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Resistência Popular Sindical – SP

 

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A Resistência Popular Sindical é uma tendência políticosocial que se organiza com o intuito de promover uma determinada concepção sindical nas lutas por local de trabalho e categoria e as vincular a um projeto mais amplo de poder popular. Concebemos o poder popular como um modelo generalizado de poder pautado na autogestão e estabelecido pelas classes oprimidas em relação às classes dominantes, o qual fornece as bases para uma nova sociedade. O poder popular, assim concebido, visa a supressão do capitalismo, do Estado e das relações de dominação de maneira geral, substituindo os por uma nova estrutura de poder, estabelecida a partir dos locais de trabalho e de moradia, de estudo etc. Funcionamos como um coletivo organizado de trabalhadores e de oprimidos que discute as maneiras de concebermos melhor nossa atuação nesses espaços, um agrupamento de tendência.
Entendemos que dentro do conjunto das classes oprimidas, a luta sindical tem uma significativa importância para a construção do poder popular. Para nós, é fundamental que os trabalhadores se organizem em seus locais de trabalho ou categoria, sem entender que ele seja o único ou necessariamente o mais importante espaço de articulação dos oprimidos. Em outras palavras, nossa atuação se dá no campo sindical, mas entendemos que os de baixo podem e devem se organizar naquilo que possuírem identificação, sem hierarquizar, a priori, um espaço em relação ao outro. E que trabalhadores sem atuação em organização sindical, como autônomos, também podem se organizar com outros em seu espaço de trabalho ou categoria.

Partimos da necessidade de construir o protagonismo e a organização popular de forma combativa, solidária, independente e não sectária e de romper com as práticas tradicionais, não exclusivas do movimento sindical, como a burocracia e o aparelhismo, velhos causadores de fragmentação e cooptação das lutas, dos lutadores e das conquistas. Afirmamos não apenas o resgate de um discurso, mas, principalmente, a disposição para novas práticas, que apontem para a reconstrução do sindicalismo combativo e classista.

EN

The Popular Syndical Resistance is a political-social tendency that organizes itself with the aim of promoting a certain union conception in the struggles for workplace and category and linking them to a broader project of popular power. We conceive of popular power as a generalized model of power based on self-management and established by the oppressed classes in relation to the dominant classes, which provides the bases for a new society. Popular power, conceived in this way, aims at the suppression of capitalism, the State and relations of domination in general, replacing them with a new power structure, established from the places of work, housing, study, etc. We function as an organized collective of workers and the oppressed that discusses ways to better conceive our performance in these spaces,
We understand that within the group of oppressed classes, the union struggle has a significant importance for the construction of popular power. For us, it is essential that workers organize themselves in their places of work or category, without understanding that it is the only or necessarily the most important space for articulation of the oppressed. In other words, our work takes place in the union field, but we understand that those from below can and should organize themselves in what they have identification, without prioritizing one space in relation to the other. And that workers without work in a union organization, such as self-employed workers, can also organize with others in their workspace or category.

We start from the need to build protagonism and popular organization in a combative, solidary, independent and non-sectarian way and to break with traditional practices, not exclusive to the union movement, such as bureaucracy and apparatus, old causes of fragmentation and co-optation of struggles , fighters and achievements. We affirm not only the rescue of a speech, but, mainly, the disposition for new practices, which point to the reconstruction of combative and class unionism.