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Embate – Anarquismo Revolucionário em Portugal

 

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“Falta uma organização que se proponha a um trabalho teórico, ideológico e programático da revolução que defendemos, que na tradição anarquista venha agrupar, capacitar e direcionar, a partir das análises e decisões comuns num campo conceptual coerente, a ação e a militância que sabe que quer uma sociedade sem Estado, organizada por quem trabalha, onde a liberdade do outro nos estende até ao infinito. Propomo-nos a começar a construir tal espaço. O tempo agora é de agir e começar a delinear as tarefas a realizar neste primeiro esforço organizativo e de luta.

Da mesma forma que um anarquismo que não enxerga classes ou sem projeto da classe trabalhadora não é anarquismo, um anarquismo que se abstém do campo, imobilizado, também não o é. Precisamos de um anarquismo que se faz presente e que reconhece na proposta da sua presença um anarquismo em movimento, um anarquismo de embate estrutural e ideológico. Uma parte desse anarquismo já existe e vem agora a público através desta publicação e coletivo.”

EN

“What is lacking is an organization that proposes a theoretical, ideological and programmatic work of the revolution we defend, which in the anarchist tradition will group, train and direct, based on common analyzes and decisions in a coherent conceptual field, the action and militancy that know that it wants a stateless society, organized by those who work, where the freedom of the other extends to infinity. We propose to start building such a space. The time is now to act and  begin to outline the tasks to be carried out in this first organizational and struggle effort.

In the same way that an anarchism that does not see classes or does not project the working class is not anarchism, an anarchism that abstains from the countryside, immobilized, is not anarchism either. We need an anarchism that is present and that recognizes in the proposal of its presence an anarchism in movement, an anarchism of structural and ideological conflict. A part of this anarchism already exists and is now made public through this publication and collective.”